Nessa quarta-feira-feia, eu quis não ser.

Prefiro quando a realidade não se faz presente.

Não gosto de ver tantas falhas, circundando centripetamente, meu eu,

Enquanto pessoas imperfeitas navegam calmamente em mares de perfeição.

É duro quando cospem tantas verdades em sua cara,

Sem nem ao menos gastar um pouco de saliva.

Mas dizem que isso é assim mesmo.

Como se só eles soubessem.

Como se eu precisasse de memorandos.

Mais uma vez, o embaraço, mais de confusão que de vergonha,

Brotou em meus miúdos sentimentos, me fazendo ver e ser.

Graças ao meu maldito ego, fui.

Sou.