“Estamos aparentemente satisfeitos em considerar a linguagem falada como algo comumente criado, comumente utilizado. Derrida diz que “somos compelidos de um modo ou de outro a fazer nosso texto de outros textos criados anteriormente” – todo texto, toda peça de design – um tipo de monstro de Frankenstein feito de partes pré-existentes. Todas as implicações dessas idéias incômodas precisam ser totalmente consideradas, não simplesmente escolhidas para dar um gosto contemporâneo ao artista-herói. Precisamos reconsiderar o contexto em que o design é feito, como o significado é criado, sua relação com os antecessores, com a tradição.”

Fonte: Newark, Quentin. O que é Design Gráfico? Tradução Edson Furmankiewicz – Porto Alegre: Bookman, 2009. Página 49.